quinta-feira, 23 de maio de 2024   | : :
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Carlos Beltramini compartilha sua história de vida em Nipoã

Personalidade da Semana



Carlos Beltramini compartilha sua história de vida em Nipoã

Carlos Rubens Beltramini nasceu em 07 de outubro de 1961, em Nipoã. Com oito anos, em 1969, seu presente de aniversário foi uma caixa de engraxar sapato, nesta época então foi engraxate.

Em 1971 participou da fanfarra que tinha da administração de 70 a 73. “Já participando dos eventos da política porque nessa época meu pai já era vereador, Sebastião Beltramini (in memoriam). Também frequentei a escola até o terceiro colegial completo”, afirma.

Em 1981 entrou no Banco Nacional, para isso, fez uma prova na própria agência, uma espécie de concurso interno, entrou como escriturário.

No dia 16 de novembro de 1985 casou-se com Elizabeth Bote Sanches, não tiveram filhos. “Ficamos casados no período de 27 anos, dois meses, quatro dias e duas horas. Pelas circunstâncias da vida, separamos amigavelmente. É uma pessoa que sempre admirei e admiro até hoje, muito correta e honesta e somos bons amigos”, conta Beltramini.

No 28 de fevereiro de 1986 pediu afastamento do banco e foi quando começou a trabalhar na área rural com viveiro de muda de laranja.

“Dia 13 de dezembro de 1993 nós assumimos a loja de material de construção do antigo grupo Concretic e passou a se chamar Aqui Tem Material de Construção. Hoje a empresa conta com nove funcionários. A loja trabalha com material do básico ao acabamento e oferece também parte de informática, caça e pesca, ferragem e ferramenta e eletrodoméstico. Um orgulho muito grande em ter iniciado com 834 itens e hoje a gente passa de 13.670”, lembra.

Passou por anos de altos e baixos, situação de recessão econômica e hoje passa mais uma vez. “Mais pela política quanto a econômica e como aconteceu os dois ao mesmo tempo se torna mais difícil a situação”, diz.

“Como um cidadão nipoense eu vejo a necessidade não só para minha cidade, mas uma reformulação geral na política. Se a população soubesse escolher pessoas do bem, uma boa administração começa com administração própria. Hoje nós temos muitos candidatos que não podem apresentar uma declaração de bens num palanque, comício, porque usa bens no nome de terceiros. Existe um nome de ficha limpa, mas que não faz jus ao que é a intenção dela”, opina Beltramini.

Pessoa do bem e conservadora, trabalha em ação voluntária com o albergue da cidade, Hospital do Câncer de Barretos, Asilo de Monte Aprazível, Santa Casa de Monte Aprazível e sempre dentro das suas necessidades, ajudando o próximo.

“Estamos aí para esse ano de 2016 cheio de expectativas, acreditando num futuro melhor para todos, desde que se tire a bunda da cadeira e vá correr atrás do sonho. Todos nós temos direito de sonhar, mas só busca o sonho, a realidade, aquele que corre atrás”, destaca.

No dia 06 de setembro de 2014 casou-se novamente com Marsueli Martins de Oliveira Beltramini. “Estou muito satisfeito e feliz com o novo relacionamento. Dia 02 de maio de 2015, a gente entrou no ramo de confecção com uma boutique Fina Estampa, aqui em Nipoã. Pelo fato de ser uma pessoa mineira, conseguiu cativar os clientes fazendo um grande mercado e trazendo muita novidade pela experiência de viver em uma capital, já que veio de Belo Horizonte (MG). Espero terminar meus anos que for creditado por Deus junto com ela nessa união”, disse ele.

Beltramini também se candidatou a uma vaga no Legislativo. “Fui candidato a vereador no primeiro mandato do Antonio Carlos Ribeiro, pelo PSDB, mas não tive sucesso, porque meu ideal não é comprar voto. Minha intenção não era salário, era contribuir mais com entidades, mas mesmo assim não tive sucesso”.

Gostaria que fosse feita uma mudança para tentar novamente a candidatura. “Saí fora, hoje não estou filiado em nenhum partido. Poderia até pensar em voltar a ser candidato quando deixasse de existir salário, pois na minha maneira de pensar, ser um candidato é poder fazer alguma coisa para o bem do povo e não tirar algo do povo, que seria a remuneração. Que com o valor repassado da Prefeitura para a Câmara hoje, daria para suprir as necessidades de todo o medicamento da cidade. E para ir duas vezes por mês na Câmara, não teria necessidade de salário e ainda mais que não é horário comercial”, avalia.

Está na segunda gestão como diretor da ACOMAC – Associação Comercial de Material de Construção da região de São José do Rio Preto e que abrange 185 lojas. Pela segunda vez foi votado por unanimidade, voltando ao cargo de diretor, representando essa associação.

É conselheiro do albergue da cidade, Serviço de Assistência Social do Centro Espírita Ensino de Jesus. Fui presidente, vice e três vezes conselheiro.

Na administração de Roberto Cardoso de Andrade foi presidente da Associação dos Produtores Rurais de Nipoã.

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